Casa dos Ventos fecha acordo com a Moura

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MERCADO CONSUMIDOR – 

Segundo a geradora, empresa pernambucana de baterias terá sua energia 100% renovável a partir de 2022

A Casa dos Ventos fechou um novo acordo de longo prazo de autoprodução com maior fabricante de baterias da América do Sul, a Moura. Com isso, comemora a empresa, amplia sua presença no Mercado Livre. Esse novo acordo vem após outros contratos com a Tivit, Vulcabras Azaleia e, mais recentemente, com a mineradora Anglo American. A meta desse novo cliente é o de transformar a matriz energética da Moura em 100% renovável, atendendo o total de consumo de eletricidade da organização a partir de 2022 com energia eólica com o complexo Rio do Vento (504 MW), no Rio Grande do Norte.

Assim como nos outros contratos, explica a geradora, há a oportunidade do parceiro se tornar sócio da usina e, consequentemente, autoprodutor de energia limpa – categoria que o Grupo Moura passa a aderir, participando como consumidor de energia e acionista do empreendimento por meio de um acordo de longo prazo.

Segundo a Casa dos Ventos, o complexo eólico está situado em uma das melhores regiões de vento do Brasil e se tornará um dos maiores empreendimentos da fonte no país. Segundo o diretor de Novos Negócios da companhia, Lucas Araripe, a condição do recurso eólico, combinado com as economias de escala do empreendimento, dão a condição de ofertar contratos a tarifas muito competitivas.

Rio do Vento possui 120 turbinas V150-4.2 MW da Vestas, está localizado nos municípios de Caiçara do Rio do Vento, Riachuelo, Ruy Barbosa e Bento Fernandes. A operação comercial está prevista para o segundo semestre de 2021.

A geradora afirma que está de olho na duplicação do complexo eólico e já iniciou as negociações para sua expansão. Com Rio do Vento II, o empreendimento terá sua capacidade instalada dobrada, somando mais de 1 GW e passando a figurar como um dos maiores complexos eólicos do mundo. Nos planos da empresa está a hibridização do projeto, unindo duas fontes limpas e renováveis: vento e sol.
Segundo o comunicado, para a segunda fase, a ideia é a de aproveitar a infraestrutura de conexão da primeira e realizar a operação das usinas de maneira otimizada. “Rio do Vento será um dos ativos de energia com menor custo de geração do mundo. Uma oportunidade única para empresas reduzirem suas pegadas de carbono e obterem economias no consumo de energia.”