Siemens Gamesa alcança guidance do ano fiscal 2018

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Fabricante de aerogeradores obteve lucro de 70 milhões de euros e receita ficou em 9,1 bilhões de euros

A Siemens Gamesa alcançou seu guidance para o ano fiscal de 2018 ao obter lucro de 70 milhões de euros e receita de 9,1 bilhões de euros. O resultado ebit (antes de juros e impostos) pre-PPA e custos de restruturação e integração (item de 176 milhões de euros) somaram 693 milhões de euros com margem de 7,6%, índice este impactado pela queda dos preços do negocio de turbinas onshore no patamar de dois dígitos.
No quarto trimestre fiscal, o desempenho financeiro da empresa foi classificado como robusto em função de um crescimento de receita de 12%, para 2,6 bilhões de euros  devido à recuperação do volume onshore e ao alto nível de execução de projetos  offshore, com uma margem ebit de 8,2%. O lucro líquido foi de € 25 milhões nos últimos três meses do ano fiscal da empresa que se encerra em setembro.
No ano fiscal de 2018, a empresa indica uma retomada da atividade comercial, com uma entrada de pedidos de 11,9 bilhões de euros, aumento de 9% na comparação com o mesmo período anterior. Esse resultado, continuou a fabricante, foi impulsionado principalmente por uma recuperação no consumo de encomendas onshore que apresentou crescimento de 30%, para 6,7 bilhões de euros). Além disso, relatou uma “intensa atividade” em offshore, com “bons progressos em novos mercados”, fatores que elevaram a entrada de pedidos para 2,8 bilhões de euros.
Durante esse período, informou, assinou sua maior encomenda offshore, um acordo para fornecer 165 turbinas para a Hornsea II, o maior parque eólico offshore do mundo atualmente. Já em Serviços, a empresa assinou contratos no valor de 2,4 bilhões. Com isso, a Siemens Gamesa alcançou um novo backlog recorde de 22,8 bilhões de euros, um valor que representa crescimento de 10% na comparação anual, que deverá levar a empresa a atingir uma cobertura de receita de 80% para o ano fiscal de 2019.
Em seu comunicado a empresa apontou que cumpriu plenamente seus objetivos de primeiro ano e considera estar no caminho certo para a próxima fase, focada na obter economias de escala e estabelecer as bases para uma rentabilidade sustentável após alcançar melhorias que somaram 800 milhões de euros, incluindo sinergias acima de € 175 milhões. A empresa estabeleceu como guidance em 2019 uma receita entre 10 a 11 bilhões de euros e margem ebit de 7 a 8,5%. Além disso, nomeou Christoph Wollny como diretor de operações (COO).