Engie Brasil Energia tem alta de 32,8% no lucro do 3º trimestre

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Empresa vai distribuir dividendos e submeter à AGE aumento de capital por bonificação

A Engie Brasil Energia reportou lucro líquido de R$ 475,4 milhões no terceiro trimestre do ano, com alta de 32,8% sobre o resultado registrado em igual período anterior. No acumulado do ano, o lucro líquido alcançou R$ 1,553 bilhão, 19,5% a mais que em 2017.

O ebtida da companhia cresceu 43,5% no terceiro trimestre para R$ 1,019 bilhão. Nos nove primeiros meses do ano, o ebtida ficou em R$ 3,284 bilhões, com elevação de 34% sobre o ano anterior. Essa variação se deve, de acordo com a companhia, ao incremento do resultado no mercado de curto prazo de energia e de negócios com comercializadoras, além da contribuição das hidrelétricas Jaguara e Miranda (MG), adquiridas em leilão no final do ano passado.

A receita líquida da Engie ficou em R$ 2,488 bilhões no trimestre, com crescimento de 50,4%; enquanto, no acumulado do no chegou a R$ 6,492 bilhões (+31,4%). A dívida líquida pulou de R$ 1,464 bilhão para R$ 6,567 bilhões.

A produção bruta de energia ficou em 4.421 MW médios no trimestre e em 4.159 MWmed no acumulado do ano, com crescimento, respectivamente, de 8,4% e 0,6%. A energia vendida alcançou 4.497 MWmed no terceiro trimestre, 12,2% a mais, e 4.354 MWmed de janeiro a setembro, 8% mais.

O conselho de administração da empresa aprovou o crédito de R$ 397 milhões (R$ 0,6082033686 por ação) sob a forma de juros sobre o capital próprio e dividendos intermediários no valor total de R$ 652,7 milhões (R$ 1,00 por ação). Além disso, será submetido à deliberação na próxima Assembleia Geral Extraordinária, a ser convocada oportunamente, proposta de aumento do capital social da empresa, com a emissão de novas ações ordinárias, que serão atribuídas aos detentores de ações, a título de bonificação, na proporção de 1 (uma) nova ação para cada 4 (quatro) ações ordinárias.

Segundo a Engie, a operação de bonificação busca aumentar a liquidez das ações no mercado, considerando que: uma quantidade de ações maior em circulação, potencialmente, gera incremento no volume negociado; e o ajuste na cotação das ações, decorrente da bonificação, torna o preço por ação mais atrativo e acessível a um maior número de investidores.